Ao Povo Benfeitor

09/08/2017

Andei vasculhando velhos arquivos, tudo que escrevi e ainda tenho ao menos o que encontrei; e o que encontrei foram lamentos, não tinha avaliado, percebido que quase sempre que escrevo é quando estou triste, e acabo por ter uma "obra" se posso assim chamar, triste. Resolvi mudar isto e fazer diferente escrever nos momentos alegres. Também entendo que se assim fiz não foi algo planejado uma forma de escape, botar pra fora tais angústias e frustrações.

Nos próximos dias darei continuidade a trazer a luz estes escritos por mais tristes que sejam, enquanto preparo um novo trabalho, que será bem humorado, quem comigo convive diz que sou alegre e naturalmente engraçado, não conto piadas pois eu sou a piada, tomo como elogio, sim chato como deve ser um virginiano. Quem estiver atento ao meu Facebook deve ter reparado já comecei os ensaios com micro contos humorados, já entrando no clima.

De tal forma que hoje trago o que seria a discrição de um projeto para a plataforma do Benfeitoria, que fora abortada, porém da visita ao escritório para a apresentação do projeto aconteceu uma conversa muito prazerosa que deu origem a este texto que não se tornou público. Uma vez o projeto não foi ao ar, desisti da ideia. E hoje o ofereço a vocês caros Compas. Gosto muito dele pois foi escrito de bate pronto. Do jeito que gosto. Espero que se gostem da brincadeira, não é triste é isto é bom, né!

Agradeço a toda equipe da Benfeitoria, atenciosamente comprometidos.

Atenção, aqui não consta o projeto, estas informações seriam em outros campos como objetivos, metas etc...

1° Campo Discrição Breve

Sou aquele que navega por aí... lê, escreve, pinta & borda. Um pescador, contador de histórias, não de mentiras.

Passeio, ops nevego por diversos mares... neste instante navegando nos mares das possibilidades Eu pescador, marinheiro e capitão fui visgado pelo encanto, o canto da sereia, que me encanta; ancorro o meu barquinho no Porto Benfeitoria, nos mares calmos da encenada de Botafogo.

Confira o resto desta historia de pescador, no meu perfil, que aqui fui limitado a 500 caracteres... Que crueldade!

2° Campo Discrição Completa

Por gostar das artes, em especial das manuais. No imaginar que se pode construir, transformar, dar uma nova forma, isso sim, me fascina, é por isto que navego em busca de novas descobertas, traço rotas, naufrago, acúmulo mais não abandono o barco.

Este fascinio foi que me conduziu ao Origami... e uma idéia surge das aminesias desde sempre... Sim, posso fazer, traçar minha rota, em linhas uma obra. Podem ser mais que alegorias...eco-pedagogias.

Pois bem, como resultado... Remexie as gavetas da memória, das rotas inconstantes, fiz e refiz cálculos... E traçei as linhas cutas - longas - retas por ora grossas outras finas...

Que conduziram da terra, do Sertão ao mar, a uma ilha de fomentação, um templo da mobilização...

Volto a terra, desembarco neste porto e espero que seja bem proveitosa esta estadia, e não seja uma ilusão este mapa de tesouro, escondido no templo, cantarolado naquele canto não conto de sereia, de calelos enrolados, enrolado estava o mapa em tais cabelos que só poderiam ser mesmo de uma sereia...

Ao povo Benfeitor.

(A sereia chama-se Luíza, o que escreveu um cara de pau... rsrsrsrsss)

Julho de 2016.

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