Sozinhos não conseguimos

08/08/2017

Amigos, são aqueles que ao verem uma displicência nossa 

nos alertam do perigo, antes  que se torne uma falha, e que

esta leve ao um erro, pois este poderá ser irreversível.

E tudo acontece: aos poucos, pouco a pouco, quase sem perceber.

Também, muitas vezes ao tentar preservar algo, ou alguém, até nós mesmos podemos fazer o mal, sem que seja este o intuito da ação. Por tal lamentamos por de mais.

Sozinhos não conseguimos


Na noite que ainda não passou

Eu me ajoelhei

Ajoelhei e orei

Ajoelhei e chorei

A única pergunta que me passou

Onde foi

Que errei

Onde foi

Que falhei

Onde foi

A única pergunta que não te fiz

Qual o mal

Mal? O que te fiz

Te fiz

Algum mal

Indagando, soluçando, chorando

Um grito abafado

Na noite de desgosto

Não ecoado

pelo vento gelado

Do mês de Agosto

Agora Eu sei...

A displicência elevada

A falha, o resultado

A falha elevada

O erro, o resultado

O erro elevado

Temos como chegada

Ao irreversível estado

Não se pode voltar

Não se pode voltar

Não se pode voltar

Não se pode voltar

ATRÁS

Agora Eu sei...

quando, a displicência

qual, a falha

onde, o erro

foi...

Irreversível.

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